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Alegria Cigana

Entrevista com os Guerreiros

por Andressa Rocha e Luiza Medeiros

 

Faltando exatamente um mês para a oitava edição do Festival Internacional de Flamenco de São José dos Campos, o Flamenco Brasil conversou com as duas organizadoras do evento, Ana Guerrero e sua filha, Talita Sánchez. Elas não organizam o maior festival flamenco do Brasil por acaso. Influenciadas pela ascendência espanhola do marido de Ana Guerrero, desde muito cedo elas aprenderam a apreciar a arte. A paixão pelo flamenco contagiou toda a família e hoje os três filhos de Ana bailam e ajudam a divulgar o evento que a cada ano vem com novas surpresas. Este ano, além dos cursos com Concha Jareño, Pedro Obregón e Flavio Rodrigues, será sorteada uma passagem para a Espanha, dentre outras novidades que você poderá acompanhar pelo Flamenco Brasil em breve.

 

Como o flamenco entrou na vida da família Guerrero?

Ana – O flamenco entrou na minha vida ao me casar com um espanhol, cuja família veio para o Brasil na época da imigração espanhola. Como a maioria dos imigrantes, eles também fugiam da fome e da guerra civil espanhola. Vieram meu sogro, Antonio Sánchez Rios, camponês, minha sogra, Maria Sánchez Guerrero e mais dois filhos, sendo meu marido o caçula, Paquito e sua irmã, Loli. Eles vieram com esperanças de encontrar um mundo melhor, sem guerra, com trabalho e perspectivas de dias melhores.

O meu sogro é um homem de muita fibra e muito flamenco – um termo que eles usavam e eu só fui entender mais tarde. Ele amava Camarón e escutava seus discos de vinil na época em que comecei a namorar meu marido. Eu achava as canções tristes e alegres ao mesmo tempo, especiais sem dúvida. Isso me chamou a atenção, as músicas, as histórias de toureiros, um mundo distante que me fascinava. As músicas, em especial, me tocavam e faziam chorar. Foi aí que começou meu novo caminho e, depois de quase 12 anos, me trouxe a luz do flamenco. Por causa dessa arte mudei de profissão – eu era psicóloga. Minhas duas filhas, Talita e Marianna, desde pequenas já faziam ballet, e sempre fiz questão de incentivá-las para a dança e a música. Depois, meu filho Rodrigo também se interessou pela música.

Marianna Sánchez Guerrero, na última edição do Festival Internacional. Foto: Eduardo Sardinha

As meninas e eu começamos fazendo dança espanhola em São José dos Campos, com Sueli Soriano. Tocávamos castanholas e dançavamos sevilhanas, depois eu fui atrás do flamenco, aquele que ouvia nos discos do meu sogro. Parti para São Paulo e durante sete anos aprendi de tudo com muita gente e em muitas escolas: Deborah Nefussi, Ana Morena, Georgia Gugliota (minha grande incentivadora para ir adiante e dar aulas), Tereza Artigas e muitos outros. Talita veio depois comigo a São Paulo, mas por pouco tempo, pois foi morar na Espanha aos 18 anos. Antes de ir, deu aula para os irmãos Marianna e Rodrigo, que foram seus pupilos durante alguns anos. Mari começou com 11 anos e Rodrigo com 8 anos. Bailavam juntos, uma graça! Houve uma época em que a familia toda bailava junto.

 

Como – e por que – surgiu a idéia de disseminar esta arte no país?

Ana – Creio que o sentimento flamenco é muito forte na minha família. Todos respeitam, admiram e amam o flamenco a sua maneira. Tali foi para a Espanha viver dois anos, voltou ao Brasil, ficou quatro anos e depois retornou para morar lá mais cinco anos, sempre nesse vai e volta com o intuito de aprender. Mari ficou um ano lá, estudando na universidade e fazendo flamenco também. Rodrigo morou por dois anos e meio, trabalhando e vivendo “flamencamente”. Eu sempre vou e fico alguns meses. Em minha família existe o sangue espanhol, mas o flamenco também. Ele faz parte de nossas vidas, seja aqui ou lá. Acredito que isto vem de dentro, são muitas identificações.

Neste cenário, uma família que dança flamenco, que tem uma escola de flamenco, todas as idas e vindas, naturalmente sentimos a necessidade de criar mais ambiente flamenco por aqui, que pudesse ter seu espaço com respeito às suas necessidades e prioridades, onde a expressão pudesse ser vivida, respeitada e entendida. Queremos que o flamenco se manifeste em todas as suas formas: no baile, no cante e no toque. Um lugar onde os flamencos possam se encontrar e falar o” flamenquês”, porque em outros ambientes parecemos ET´s falando uma língua que ainda muitos nem sabem de onde vem, nem o que significa. Em 2002, Tali e eu tivemos a idéia de criar um espaço onde os flamencos pudessem se apresentar, sem limitações de tempo, linólio, cd´s etc. O Festival Flamenco surgiu bem pequenininho e sem pretensões. Era apenas um lugar onde aqueles que fazem e apreciam esta arte pudessem estar juntos.

 

Como foi a vivência de Talita Sánchez na Espanha no meio Flamenco?

Talita – Minha ida para a Espanha em 1998 foi a realização de um sonho. Hoje vivo entre o Brasil e a Espanha, meus dois países. Morei em Sevilha, Cádiz, Huelva, Fuerteventura e Madri e pude conhecer um pouco mais das diferentes culturas de um mesmo país, sempre em busca de minha própria origem. Desde pequena o flamenco me atraiu muito, sobretudo por causa do meu avô e da sua paixão pelo cante jondo.

 

Talita Sánchez Guerrero em 2008. Foto: Eduardo Sardinha

 

Durante os sete anos que vivi na Espanha pude estudar com grandes maestros. Em Sevilha por exemplo, desde gitanos, como Juana Amaya ou El Torombo até os mais acadêmicos, na tradicional escola do bairro de Triana de Manolo Marín. Também me especializei em cursos mais específicos com diferentes nomes como Carmen Cortés, Javier Barón, Javier Latorre, Rafaela Carrasco, inclusive cursos de percussão com Antonio Galicia.

Em Madri, onde morei por cinco anos, tive formação no Centro Flamenco Amor de Dios e estudei com quase todos os maestros de lá, como La China, Antonio Reyes, Cristóbal Reyes, Rafaela Carrasco, La Tati, La Tacha, Carmela Greco, El Guito, Alfonso Losa, Nino de los Reyes, Joselito Romero, Belén Fernandez, Carmen La Talegona, Talegón de Córdoba, Concha Jareño, La Truco, Inmaculada Ortega, Domingo Ortega, Paco Romero. Busquei uma formação completa, com maestros tanto da antiga como da nova geração e também de cante e percussão flamenca, com Guillermo Garcia.

Isso sem contar a vivência flamenca, pois a vida, principalmente na Andaluzia e Madri, proporcionam isso. Diariamente, você tem acesso a shows, de tablados até grandes espetáculos em teatros, além do convívio diário com grandes cantaores, mestres de baile, guitarra e percussão. Lá se respira o flamenco nas ruas, nas pessoas. Em 1999, comecei a atuar nas peñas e tablados. Inclusive com a Jenizaro Flamenca, como bailaora solista, ao lado do guitarrista Yuri Cayres, o cantaor Salva Barrul e o percussionista Guillermo Garcia.

 

Quais os tesouros que irá compartilhar com os brasileiros?

Talita – Agora quero assumir a direção do Centro de Arte e Danças Ana Guerrero e Talita Sánchez, ensinar novas técnicas corporais, de sapateado e montagens coreográficas atuais, para passar aos meus alunos e aos que queiram aprender toda a minha vivência flamenca, contribuindo assim para a evolução do flamenco no Brasil. Em um futuro mais próximo, vou participar do Guitarríssimo (evento organizado pelo Instituto Cervantes) e investir no Festival. Depois, tenho a intenção de montar aqui uma companhia de flamenco, trazendo coreógrafos da Espanha para abrir novos campos de trabalho para os flamencos do Brasil, com novas idéias.

 

E a vivência de Rodrigo, sabendo que viveu o Flamenco em seu ínterim com “gitanos” (ciganos)?

Ana – Rodrigo viveu na Espanha entre janeiro de 2007 e abril de 2009. Decidiu ir após terminar seus estudos, para vivenciar um poco da cultura espanhola. Viveu em um bairro chamado Orcasitas, conhecido pelo grande número de moradores gitanos. Ele viveu o flamenco puro, o flamenco de rua, meninos e meninas cantando, bailando e tocando cajón. Nos ambientes flamencos mais conhecidos como La Solea , Cardamomo, Triana, Candela, em Madri, encontrou inúmeros gitanos flamencos, todos expressando seu amor por esta arte da forma mais pura. Era tratado sem diferença por eles. Ele contou que, uma vez, um gitano se aproximou e disse: “Primo, te considero como un hermano mío porque sabes estar, nada mejor que saber estar“. O Rodrigo me disse que existem muitos payos (não-ciganos) que vão a esses locais para brincar com a cultura flamenca, mas se você respeita a cultura e também a vive, eles te tratam como mais um da família.

 

O caçula Rodrigo al baile, em 2008. Foto: Eduardo Sardinha

 

Conte-nos como foi a trajetória do Festival Internacional de Flamenco até agora?

Ana – O Festival surgiu em 2002 como um evento de um final de semana. Assumimos dois dias no Teatro Municipal de S. José, convidamos as pessoas e grupos para se apresentar e alguns profissionais para dar workshops, palestras, exibir vídeos. A idéia era fazer aulas até cansar e depois se apresentar no teatro. E a idéia deu mais que certo, foi um sucesso.

Repetimos no ano seguinte e, já na segunda edição, conseguimos quatro dias no teatro. Todo mundo queria vir e participar de tudo e, naquele ano, fizemos nossa primeira parceria, dessa vez, com o Raies Dança Teatro, que trouxe a maestra China para um curso. Ela veio a São José dos Campos para um workshop de dois dias, foi outro sucesso. Foi inesquecível quando ela saiu em sua magistral patada por bulería, o teatro quase veio abaixo. Depois, vieram as outras edições já com cursos de seis dias, mais workshops nacionais com cerca de 20 profissionais convidados para ministrarem aulas e as mostras no teatro. Em 2004, foram convidados os bailaores Belén Fernandez e Alfonso Losa. Demos início a uma produção inédita no Brasil, realizar um show com artistas internacionais e brasileiros. Essa foi a primeira apresentação do espetáculo AMISTAD, pois a idéia era reunir em um mesmo cenário, trabalhando juntos, artistas internacionais convidados e nossos queridos artistas brasileiros, com o intuito de fazer um intercâmbio. A montagem foi feita em dez dias e sempre houve muito empenho e dedicação por parte de todos.

Além disso, começamos a abrir espaço nestes espetáculos para profissionais e grupos que mais se destacam dentro da cena flamenca brasileira, criando oportunidades. A primeira vez foi em 2005, com Nino de los Reyes, depois 2006, com David Paniagua, e em 2007, com Carmen La Talegona, “La Fúria”, como chamamos esta maravilhosa flamenca. Em 2007, foi a vez de Carmen La Talegona e trouxemos pela primeira vez um cantaor, o Talegón de Cordoba. O objetivo era aumentar os conhecimentos de cante no Brasil. Talegón ministrou cursos de estrutura de cante e baile e contou suas experiências e histórias de uma vida dedicada ao flamenco. Ele veio ao Festival em 2007 e 2008, e foi maravilhoso. Ele é uma enciclopédia de cante e vivência flamenca, uma pessoa extraordinária. Neste ano a direção do Festival resolveu mudar a estrutura, com a produção de um espetáculo especial para a abertura do Festival. Convidei o bailaor e coreógrafo Fabio Rodrigues para montagem de um espetáculo, o RETRATOS, que falou da mulher, pois depois de uma série de convidados homens, seria a primeira vez que teríamos uma bailaora. A mulher foi o tema do Festival de 2007. Reunimos 8 mulheres: Deborah Nefussi, Priscila Grassi, Ana Paula Campoy, Mariana Abreu, Carolina da Mata, Marianna Guerrero, Ana Guerrero e Alê Kalaf. Foi uma experiência muito bacana das bailaoras e dos músicos: Allan Harbas, Diego Zarcón, Ana Bayer, Tiza Harbas, Letícia Malvares, Luciano Kathib e Yuri Cayres.

Seria um espetáculo especial só para abertura, só com artistas brasileiros, mas acabamos decidindo fazer um pocket na noite de gala e tivemos a presença de Carmen e Talegón. Foi uma ótima experiência, muito rica em todos os sentidos, artistíca, de amizade e profissional.

Finalmente, em 2008, tivemos a honra de montar, de forma inédita, o espetáculo “Cinco Puntales”, com La Truco e Talegón de Córdoba, sob a direção musical do guitarrista Antonio Españadero. O objetivo era o mesmo, de integração com artistas brasileiros. A montagem dos bailes foi feita por La Truco, com quatro bailaoras brasileiras que ensaiaram durante quatro meses com a maestra. Isso possibilitou um grande aprendizado e amadurecimento a todas que participaram: Marianna Guerrero, Carolina Zanforlin, Mariana Castellano e Talita Sánchez. Todos os figurinos foram feitos na Espanha e o resultado final foi bastante gratificante para todos.

 

Marianna no espetáculo Cinco Puntales, em 2008. Foto: Eduardo Sardinha

 

O Festival melhorou ao longo dos anos e adotamos uma estrutura maior e melhor organizada.Trouxemos artistas de renome da Espanha, bailaores e cantaores, aumentamos a duração dos cursos internacionais, incentivamos os workshops de baile, cante, estrutura de cante e baile e guitarra, exibições de vídeos, mostra de dança no teatro e workshops nacionais, uma iniciativa que traz ao festival astistas e profissionais de todo Brasil para ministrar uma aula, para que as pessoas pelo menos possam ter a oportunidade de conhecer tanta gente do Brasil. São mais de 20 workshops durante 3 dias e o legal é que quem se inscreve para dançar, pode fazer estes workshops gratuitamente, como uma cortesia e possibilidade de reciclagem e conhecimento entre todos.

Desde 2003 iniciamos o Mercado Flamenco oferecendo espaços durante 3 dias, para que as marcas de renome dentro do mundo da Moda flamenca possam ter acesso aos seus clientes diretos. No ano de 2008, realizamos em parceira com a Danza Flamenca e promovemos o primeiro desfile de moda flamenca no Brasil. Abrimos espaço antes das apresentações para que o público pudesse apreciar um pouco do que se usa para bailar ou apenas casualmente. Estamos expandindo nossas parcerias, e levando parte do Festival para outras cidade e estados, como Belo Horizonte, São Paulo, Campinas, Porto Alegre.

Quais são as expectativas para esta oitava edição do Festival?

Estamos muito contentes com a presença da bailaora Concha Jareño, que vem com uma proposta inovadora, e o trabalho dela está muito bem conceituado na Espanha. Além de contar mais uma vez com um cantaor no Brasil, o jovem e qualificado Pedro Obregón. Além disso, estamos muito felizes em ter como guitarrista o nosso brasileiríssimo Flavio Rodrigues, que pelo seu talento está sendo reconhecido na Espanha, vem lançar seu CD no Festival e acompanhar Concha no espetáculo Simplemente Flamenco. Nesta edição trazemos como novidade o curso completo de guitarra para acompanhamento de cante e baile com Flavio e Pedro, além de um curso para guitarra solo, todos com cinco dias de duração, com temas teóricos e práticos, com imersão dentro do curso de Concha Jareño.

Firmamos uma parceria com Instituto Cervantes e com o evento Guitarríssimo que fará parte este ano das atividades do Festival, além da palestra com a Concha, Pedro e Flavio e um ciclo de cinema que acontecerá no Instituto em São Paulo.

 

 

Ana Guerrero. Foto: Divulgação

Alguma edição lhes agradou mais? Por quê?

Ana – A que sempre agrada é a ultima, pois como estamos num processo de amadurecimento e tentando sempre buscar o movimento inovador e o aprendizado, queremos melhorar a cada ano. Acredito que existem mais aspectos positivos do que negativos, claro, a gente erra aqui, aquilo tem que melhorar, afinal aprendemos todos os dias.

Um de nossos objetivos com o Festival é sempre inovar, apresentar diferentes formas de pensar o flamenco, sem deixar de conhecer as suas raízes. O bonito no flamenco, para mim, é olhar uma Carmen La Talegona bailando, é muita emoção, é uma cartase. É ver La Truco e me emocionar, e perceber a beleza de seu trabalho corporal, seus braços, a tradução do flamenco em seus movimentos. É ouvir Talegón de Cordoba e perceber sua força, sua energia que vem das entranhas. É ver a juventude, a leveza e rapidez com que traduz o flamenco os pés de Nino de Los Reyes e o peso da maturidade de Alfonso Losa. Creio que esta beleza e magia são impagáveis.

 

O que o público deve esperar de Concha Jareño nesta edição?

Ana – Ela é uma figura que traz novas idéias, novas maneiras de traduzir o flamenco, sem deixar de ser flamenca. É uma nova leitura desta arte, é super profissional, verdadeira em suas colocações e revela essa autenticidade no seu trabalho. Além de ter um currículo muito conceituado dentro do mundo flamenco, trabalhou com Eva La Yerbabuena e Rafaela Carrasco. Concha está em um momento muito bonito de sua carreira, creio que vamos ter a oportunidade de trabalhar com alguém muito simples e flamenca.

 

E Pedro Obregón?

Ana – Ele é considerado um cantaor com extremo conhecimento do cante flamenco, o que vai contribuir para os cursos, passando aos interessados o seu conhecimento. Ele é uma figura responsável e preocupada com os fundamentos dos grandes mestres como Antonio Chacón, Juanito Mojama, Tomás Pavón, Juan Talega, La Matrona. Ele não se prende à busca de reconhecimento, por isso nem sempre participa de grandes concursos de cante na Espanha, mas quando é convencido a participar, ele ganha prêmios importantes como os da Peña Merengue de Córdoba, Calasparra (Murcia), Montalbán, Ubrique e San Fernando (Cádiz).

 

É uma primazia saber que Flavio Rodrigues, um brasileiro, tem destaque na Espanha e no mundo com sua arte. Haverá alguma apresentação dele no Brasil?

Ana – Claro! É o reconhecimento de seu talento e trabalho de tantos anos na Espanha, e vem em um momento bacana, pois vem lançar o seu CD aqui, além de acompanhar Concha e Pedro no espetáculo Simplemente Flamenco, durante o Festival. Em virtude da parceria entre o Festival Internacional Flamenco com o Instituto Cervantes de São Paulo, o Flavio, o Pedro e a Talita serão atrações do renomado espetáculo Guitarríssimo, realizado mensalmente pelo Instituto. Depois de São Paulo, eles irão para Florianópolis, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, as datas e locais serão divulgados em breve.

Para nós, brasileiros, é uma grande honra ter o Flavio e a Talita neste evento, pois mostra que há um reconhecimento, por parte dos órgãos espanhóis, do trabalho que o Festival vem realizando, não só em trazer figuras de destaque da Espanha, mas na valorização incondicional de todos os profissionais brasileiros que trabalham ou já trabalharam no nosso evento.

 

Qual a tradução da Família Guerrero no Flamenco?

Ana – O flamenco está para o baile, o cante e a guitarra, como a família Guerrero está para o amor, o respeito e a amizade.

 

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